Elye Wahi (22 anos) foi um dos jogadores mais recentes a se deparar com a política de “porta giratória” no Olympique de Marselha, após ser vendido para o Eintracht Frankfurt apenas seis meses depois de chegar à Provença.
O atacante foi contratado no verão do RC Lens para substituir Pierre-Emerick Aubameyang (35 anos) em uma transferência de grande valor. O Marselha abriu os cofres para desembolsar cerca de 30 milhões de euros (incluindo bônus e complementos), e embora tenha marcado em sua estreia pelo clube contra o Stade Brestois, não conseguiu corresponder ao valor investido em sua curta passagem.
A paciência no sul diminuiu rapidamente, pois Wahi entregou apenas três gols e uma assistência em 14 jogos. Foi uma situação que levou Roberto De Zerbi a confiar mais em seu atacante reserva, Neal Maupay (28 anos), do que em seu potencial craque.
Em entrevista ao L’Équipe, Wahi revelou suas frustrações com a forma como seu tempo no Marselha se desenrolou. “Vou ser franco, fiquei um pouco desapontado. Não pensei que terminaria tão rápido. Quando você chega a um clube, não quer sair depois de seis meses. Tivemos que encontrar um novo ambiente muito rapidamente. Tentamos encontrar a melhor solução. Para mim, essa foi Frankfurt.”
Wahi acrescentou mais contexto à sua curta estadia no sul: “Essa é a vida de um grande clube. Você tem que provar seu valor imediatamente. Infelizmente, não me deram uma chance, mas tudo bem. Agora, quero ter tempo para evoluir aos poucos.”

